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Tecnologia e Inovações em Oftalmologia

Fotocoagulação com laser na retina: quando é indicada, como funciona e quais os possíveis riscos

Problemas na retina podem evoluir de forma silenciosa e, quando não tratados adequadamente, podem comprometer a visão de maneira significativa. Entre os tratamentos mais utilizados para controlar doenças retinianas está a fotocoagulação com laser, um procedimento oftalmológico amplamente utilizado para estabilizar alterações na retina e reduzir o risco de perda visual.

Apesar do nome causar preocupação em muitos pacientes, trata-se de um procedimento relativamente rápido, realizado em ambiente ambulatorial e com importante papel na preservação da visão em diversas doenças oculares.

Neste artigo, você vai entender quando a fotocoagulação a laser é indicada, como funciona o tratamento, quais são os cuidados necessários e quais riscos podem estar envolvidos.

O que é a fotocoagulação com laser?


A fotocoagulação com laser é um procedimento oftalmológico que utiliza feixes de luz altamente concentrados para realizar pequenas aplicações controladas na retina.

O objetivo do tratamento varia de acordo com a doença diagnosticada, podendo incluir:

  • Selar áreas frágeis da retina;
  • Reduzir vazamentos de vasos sanguíneos;
  • Controlar áreas de isquemia;
  • Diminuir o risco de descolamento de retina;
  • Retardar a progressão de doenças vasculares oculares.

O laser atua diretamente nas áreas afetadas da retina, ajudando a estabilizar o quadro e preservar a visão do paciente.

Quando a fotocoagulação com laser é indicada?


A indicação da fotocoagulação depende da avaliação do oftalmologista especialista em retina. O tratamento costuma ser recomendado principalmente em doenças que afetam os vasos sanguíneos da retina ou provocam alterações degenerativas periféricas.

A fotocoagulação a laser na retina é indicada principalmente para doenças vasculares e alterações degenerativas que podem comprometer a visão quando não tratadas adequadamente.

Entre as principais indicações estão:

Retinopatia diabética

A retinopatia diabética é uma das causas mais frequentes de indicação do tratamento com laser.

O diabetes pode causar danos progressivos aos vasos sanguíneos da retina, provocando vazamentos, hemorragias e crescimento de vasos anormais. Em determinados casos, o laser é utilizado para reduzir essas alterações e diminuir o risco de perda visual.

Em quadros mais avançados, o procedimento pode ajudar a controlar a progressão da doença e reduzir complicações graves.

Oclusões venosas da retina

As oclusões venosas da retina acontecem quando há obstrução das veias responsáveis pela circulação sanguínea da retina.

Essa condição pode provocar:

  • Inchaço na retina;
  • Hemorragias;
  • Redução da visão;
  • Formação de novos vasos sanguíneos anormais.

Nesses casos, a fotocoagulação pode ser indicada para controlar áreas de sofrimento da retina e reduzir o risco de complicações.

Degenerações periféricas da retina

Algumas pessoas apresentam áreas mais frágeis na periferia da retina, que podem aumentar o risco de rasgos e descolamento de retina.

Quando o oftalmologista identifica essas alterações, o laser pode ser realizado de forma preventiva para “isolar” a região fragilizada e diminuir o risco de progressão.

Esse tipo de tratamento é bastante comum em pacientes com:

  • Alta miopia;
  • Histórico familiar de descolamento de retina;
  • Traumas oculares;
  • Alterações degenerativas periféricas identificadas em exames.

Outras situações em que o laser pode ser utilizado

Além das principais indicações, a fotocoagulação ocular também pode ser recomendada em situações como:

  • Rasgos retinianos;
  • Alguns casos de edema macular;
  • Retinopatias vasculares;
  • Neovascularizações;
  • Complicações associadas a doenças da retina.

Nem toda alteração na retina exige tratamento imediato com laser. Em alguns casos, o acompanhamento clínico e os exames periódicos podem ser a melhor conduta.

A decisão sempre depende de uma avaliação individualizada, levando em consideração o estágio da doença e o objetivo do tratamento.

Laser micropulsado: quando ele é indicado para serosa central e edema macular


Além da fotocoagulação convencional, existe uma modalidade chamada laser micropulsado. Esse tipo de laser entrega a energia em pequenos pulsos, de forma mais delicada, buscando estimular a recuperação da retina sem causar uma queimadura visível como ocorre no laser tradicional.

O laser micropulsado pode ser indicado em casos selecionados de coriorretinopatia serosa central, também conhecida como serosa central, e em alguns tipos de edema macular, como o edema relacionado ao diabetes ou a oclusões vasculares da retina.

A grande vantagem é que, por ser um tratamento sub-limiar, ou seja, mais delicado e menos agressivo ao tecido da retina, ele pode ser realizado com maior segurança em regiões mais próximas da área central da visão, chamada mácula. Essa região é responsável pela leitura, pelos detalhes e pela nitidez, por isso exige um cuidado especial.

Por esse motivo, o laser micropulsado não está disponível em todos os locais. Ele exige equipamento adequado, indicação precisa e acompanhamento com exames como o OCT. Em alguns casos, pode ser uma ferramenta essencial para controlar o líquido na retina e preservar a visão, principalmente quando a alteração está próxima da região central.

É importante lembrar que ele não substitui todos os tratamentos. Em algumas doenças, podem ser necessárias injeções intraoculares, laser convencional, cirurgia ou apenas observação. A melhor escolha depende da causa do problema, da localização da lesão e da resposta da retina ao tratamento.

Como é feito o procedimento?


A fotocoagulação com laser normalmente é realizada no consultório ou centro oftalmológico, sem necessidade de internação.

Antes do procedimento, são aplicados colírios para:

  • Dilatar a pupila;
  • Anestesiar a superfície ocular.

Durante o tratamento, o paciente permanece sentado em um aparelho semelhante ao utilizado nos exames oftalmológicos de rotina.

O médico utiliza uma lente especial para direcionar o laser às áreas da retina que precisam ser tratadas.

O procedimento costuma durar entre 10 e 30 minutos, dependendo da extensão da área tratada.

No caso do laser micropulsado, o procedimento é parecido para o paciente, mas as aplicações geralmente não deixam marcas visíveis na retina. Por isso, o resultado costuma ser acompanhado por exames de imagem, especialmente o OCT, para avaliar se houve redução do líquido e melhora da retina.

A fotocoagulação com laser dói?


Essa é uma das dúvidas mais comuns entre os pacientes.

Na maioria dos casos, o procedimento causa apenas desconforto leve ou sensação de pequenos estímulos luminosos. Algumas pessoas podem sentir leve ardência ou pontadas rápidas em determinadas aplicações, especialmente quando áreas mais sensíveis da retina precisam ser tratadas.

Quando necessário, o oftalmologista pode utilizar medidas adicionais para aumentar o conforto do paciente.

Como é a recuperação?


A recuperação após a fotocoagulação costuma ser relativamente rápida.

Logo após o procedimento, é comum ocorrer:

  • Visão embaçada temporária;
  • Sensibilidade à luz;
  • Leve desconforto ocular;
  • Dificuldade momentânea para dirigir.

Esses sintomas geralmente melhoram ao longo das primeiras horas ou dias.

Dependendo do caso, o médico pode orientar repouso relativo e evitar esforços intensos nas primeiras 24 a 48 horas.

Quais cuidados devem ser tomados após o laser?


Após a fotocoagulação ocular, é importante seguir corretamente as orientações médicas.

Os cuidados podem incluir:

  • Utilizar os colírios prescritos corretamente;
  • Evitar coçar os olhos;
  • Comparecer às consultas de acompanhamento;
  • Observar possíveis alterações visuais;
  • Evitar atividades de risco imediatamente após o procedimento.

O acompanhamento é fundamental para avaliar a resposta da retina ao tratamento.

Quais são os possíveis riscos da fotocoagulação ocular?


Embora seja considerado um procedimento seguro, a fotocoagulação com laser também pode apresentar riscos e efeitos colaterais, principalmente dependendo da doença tratada e da extensão das aplicações.

Entre as possíveis complicações estão:

  • Redução temporária da visão;
  • Diminuição da visão periférica;
  • Alterações na visão noturna;
  • Sensibilidade aumentada à luz;
  • Pequenos pontos cegos no campo visual;
  • Inflamação ocular;
  • Edema temporário.

Em situações mais raras, podem ocorrer complicações mais importantes, motivo pelo qual o acompanhamento com especialista é essencial.

O laser micropulsado foi desenvolvido justamente para reduzir o risco de dano térmico em áreas delicadas da retina. Ainda assim, a indicação precisa ser individualizada, porque nem todo edema macular ou serosa central deve ser tratado da mesma forma.

O tratamento com laser cura a doença?


Na maioria das doenças da retina, o laser não representa uma “cura”, mas sim uma forma de controlar a progressão da doença e preservar a visão.

Por isso, muitos pacientes precisam continuar realizando acompanhamento periódico mesmo após o tratamento.

Em doenças como a retinopatia diabética, por exemplo, manter o controle adequado do diabetes continua sendo indispensável para reduzir novos danos à retina.

Quando procurar avaliação oftalmológica?


Alterações na retina nem sempre provocam sintomas no início. Por isso, exames oftalmológicos regulares são fundamentais, especialmente para pessoas com fatores de risco.

Procure avaliação oftalmológica caso perceba sintomas como:

  • Visão embaçada;
  • Manchas escuras na visão;
  • Flashes luminosos;
  • Perda de visão periférica;
  • Distorção das imagens;
  • Aumento repentino de “moscas volantes”.

O diagnóstico precoce pode fazer diferença importante na preservação da visão.

Fotocoagulação com laser: tratamento importante para preservar a visão


A fotocoagulação com laser é um procedimento amplamente utilizado no tratamento de diversas doenças da retina e pode desempenhar papel fundamental na prevenção de complicações visuais graves.

Com avaliação adequada, indicação correta e acompanhamento especializado, o tratamento ajuda a controlar alterações retinianas e preservar a saúde ocular com mais segurança.

No Provisão, a tecnologia caminha junto com o cuidado especializado. Por isso, contamos com recursos modernos, como o laser micropulsado, para oferecer tratamentos cada vez mais precisos, seguros e individualizados aos nossos pacientes, honrando nossa missão de tradição em inovação.

Ao perceber qualquer alteração na visão, procurar avaliação oftalmológica rapidamente é essencial para aumentar as chances de um tratamento eficaz.

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